eu sei da minha verdade.
que é bem diferente da verdade que aprendemos na igreja
você sabe eu não acredito em nada daquilo
e não faço a minima questão de acreditar
mas também não tenho nada contra quem acredita e vive nisso
só não quero ninguém tentando me empurrar ou puxar para igrejas como minha familia fazia
já sou inependente e vivo a minha vida de acordo com oque acredito
e deus não está incluso nisso ...
porém nada contra você minha mãe e minha tia e toda minha familia por parte de mãe
acreditarem nele...é um direito de cada um saca?
[1]
sexta-feira, 30 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
?
"eu não sou gay..."
"oque?"
"eu sou hetero...sexual"
"mas como?desde quando?"
"acho que desde os oito anos, um dia eu percebi que gostava de mulher
achei que era só uma fase, mas acabou se tornando real. pronto é isso
eu sou heterosexual."
"constrangedor."
[f]
"oque?"
"eu sou hetero...sexual"
"mas como?desde quando?"
"acho que desde os oito anos, um dia eu percebi que gostava de mulher
achei que era só uma fase, mas acabou se tornando real. pronto é isso
eu sou heterosexual."
"constrangedor."
[f]
sexta-feira, 16 de abril de 2010
out
"e como foi?"
"eu não senti nada e foi exatamente disso que gostei.
por uns minutos eu fiquei completamente consciente
do que acontecia, só que não sentia nada.
parecia que eu era gigante e ao mesmo tempo minusculo,
parecia que meus braços eram maiores doque a sala podia
suportar, minhas pernas maiores que meu corpo todo,
eu simplesmente não sentia onde começavam nem onde
terminavam meus membros, meus sentidos e meus sentimentos.
eu simplesmente não senti. e posso afirmar, foi ótimo."
[1]
"eu não senti nada e foi exatamente disso que gostei.
por uns minutos eu fiquei completamente consciente
do que acontecia, só que não sentia nada.
parecia que eu era gigante e ao mesmo tempo minusculo,
parecia que meus braços eram maiores doque a sala podia
suportar, minhas pernas maiores que meu corpo todo,
eu simplesmente não sentia onde começavam nem onde
terminavam meus membros, meus sentidos e meus sentimentos.
eu simplesmente não senti. e posso afirmar, foi ótimo."
[1]
tudo
"tudo afunda" ele disse para o outro "não entendo porque, nem tenho
vontade de entender,mas só posso lhe dizer com certeza de que tudo afunda"
"e aquela garrafa de plastico ali? ela parece boiar"
"não,não não não...não! você não entendeu nada!"
"como não?você disse que tudo afunda.e eu digo que não, pois vejo ali
claramente uma garrafa de plastico boiando na agua"
"não meu querido.apenas um pedaço dela escapa de afundar, mas o resto já
está lá, dentro da agua."
[2]
vontade de entender,mas só posso lhe dizer com certeza de que tudo afunda"
"e aquela garrafa de plastico ali? ela parece boiar"
"não,não não não...não! você não entendeu nada!"
"como não?você disse que tudo afunda.e eu digo que não, pois vejo ali
claramente uma garrafa de plastico boiando na agua"
"não meu querido.apenas um pedaço dela escapa de afundar, mas o resto já
está lá, dentro da agua."
[2]
sexta-feira, 2 de abril de 2010
olho
as coisas se embaçam e desfocam
como se ele estivesse sem oculos
pacientemente ele retira os oculos
e os limpa.
as coisas continuam embaçadas e desfocadas
intrigado ele acende todas as luzes
mas tudo continua daquele jeito
olha para o computador e força a vista
mas nada acontece tudo permanece o mesmo.
embaçado e desfocado.
[1]
como se ele estivesse sem oculos
pacientemente ele retira os oculos
e os limpa.
as coisas continuam embaçadas e desfocadas
intrigado ele acende todas as luzes
mas tudo continua daquele jeito
olha para o computador e força a vista
mas nada acontece tudo permanece o mesmo.
embaçado e desfocado.
[1]
argh
"melhor continuar assim"
ele ouve dela, da outra, e da sua cabeça
grita para si mesmo
"é melhor continuar assim!"
mas quando ele o vê
a unica coisa que ele grita para si é
"porque eu não consigo continuar daquele jeito?"
[2]
ele ouve dela, da outra, e da sua cabeça
grita para si mesmo
"é melhor continuar assim!"
mas quando ele o vê
a unica coisa que ele grita para si é
"porque eu não consigo continuar daquele jeito?"
[2]
domingo, 28 de março de 2010
freez
os braços tremiam, e não era de felicidade
os joelhos estalavam, e não era de tanto dançar
o peito doia, e não era por causa de um forte abraço
até mesmo o vento que saia da respiração encomodava
"eu estou com tanto frio"
ele pensou.
em seguida veio a pergunta.
[1]
os joelhos estalavam, e não era de tanto dançar
o peito doia, e não era por causa de um forte abraço
até mesmo o vento que saia da respiração encomodava
"eu estou com tanto frio"
ele pensou.
em seguida veio a pergunta.
[1]
?
"então vamos juntos!" ele gritou.
eu não consegui pensar na hora
simplesmente olhei sorri e disse
"é claro que vamos!" calmamente.
com aquele mesmo impeto de sempre
e aquela cara amarrada ele veio
até mim, pegou minha mão com força
e disse
"então vamos assim.e eu sei que você
não vê nenhum problema nisso!"
a unica coisa que eu consegui fazer
foi sorrir.
[3]
eu não consegui pensar na hora
simplesmente olhei sorri e disse
"é claro que vamos!" calmamente.
com aquele mesmo impeto de sempre
e aquela cara amarrada ele veio
até mim, pegou minha mão com força
e disse
"então vamos assim.e eu sei que você
não vê nenhum problema nisso!"
a unica coisa que eu consegui fazer
foi sorrir.
[3]
só isso
coragem.
é tudo oque ele desejava, ele tinha tanto
medo, tanta vergonha que não conseguia nem se mexer,
sentia uma pressão estranha nos pulmões dificultando
sua respiração, sentia suor na palma das mãos,
sentia.
mas mesmo assim não tinha coragem
[1]
é tudo oque ele desejava, ele tinha tanto
medo, tanta vergonha que não conseguia nem se mexer,
sentia uma pressão estranha nos pulmões dificultando
sua respiração, sentia suor na palma das mãos,
sentia.
mas mesmo assim não tinha coragem
[1]
os pés
tudo começa com uma tremedeira generalizada,
então vem o frio no estomago,
em seguida os braços ficam arrepiados,
a boca enche de saliva, os olhos lacrimejam,
e o rosto fica quente,
ele tenta se segurar mas ele não consegue.
é tudo culpa dos pés, os pés não conseguem ficar parados
quando a musica começa e quando ele menos percebe
já se rendeu aos pés.
culpa dos pés e da musica.
tudo irresistivelmente dançante.
[1]
então vem o frio no estomago,
em seguida os braços ficam arrepiados,
a boca enche de saliva, os olhos lacrimejam,
e o rosto fica quente,
ele tenta se segurar mas ele não consegue.
é tudo culpa dos pés, os pés não conseguem ficar parados
quando a musica começa e quando ele menos percebe
já se rendeu aos pés.
culpa dos pés e da musica.
tudo irresistivelmente dançante.
[1]
domingo, 14 de março de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
hocus pocus
"não!eu não presto"
tão rapido como a lampada acendendo e a luz banhando a sala
ele chegou a essa conclusão.
"por que mesmo eu estou pensando nisso?"
é claro que tinham coisas melhores para ele pensar.
como por exemplo o numero que pessoas que ele havia
dispensado ou aceitado o convite de ir junto com elas para algum lugar
naquele escuro lugar.
"12? 11? não lembro... cacete porque eu não consigo lembrar?"
sentiu-se tonto.
a sala clara e branca girou toda em torno do sofá
"se eu não sentar agora eu vou cair."
correu até o sofá. mas no caminho ele caiu.
o caminho era curto. 4 talvez 5 passos e ele estaria sentado.
mas ele não resistiu a tontura e a dor nos pés e caiu.
caiu de peito no chão ouviu o barulho surdo que seu externo fez ao
se encontrar com o chão.
"nossa que barulho oco..."
e como num passe de magica, hocus pocus, abrakadabra, bibidi babidi bo,
ele deitado no chão sentindo o frio disse para si
"eu sou oco."
[1]
tão rapido como a lampada acendendo e a luz banhando a sala
ele chegou a essa conclusão.
"por que mesmo eu estou pensando nisso?"
é claro que tinham coisas melhores para ele pensar.
como por exemplo o numero que pessoas que ele havia
dispensado ou aceitado o convite de ir junto com elas para algum lugar
naquele escuro lugar.
"12? 11? não lembro... cacete porque eu não consigo lembrar?"
sentiu-se tonto.
a sala clara e branca girou toda em torno do sofá
"se eu não sentar agora eu vou cair."
correu até o sofá. mas no caminho ele caiu.
o caminho era curto. 4 talvez 5 passos e ele estaria sentado.
mas ele não resistiu a tontura e a dor nos pés e caiu.
caiu de peito no chão ouviu o barulho surdo que seu externo fez ao
se encontrar com o chão.
"nossa que barulho oco..."
e como num passe de magica, hocus pocus, abrakadabra, bibidi babidi bo,
ele deitado no chão sentindo o frio disse para si
"eu sou oco."
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
eu sei!
era ela eu sei!
ela apareceu no pequeno buraco de vidro da porta
olho pra mim, acenou me chamando para fora, sorriu e andou para tras
exatamente nesta sequencia, com aquele sorriso que só ela tem
aquele sorriso que só ele me consegue fazer esquecer o sono
eu levantei e corri, as coisas cairam e a professora parou de falar
a classe fez cara de susto, espanto, graça
eu simplesmente corri
quando abri a porta ela já havia sumido...
mais uma vez era só uma ilusão
parece que estou precisando ver você
não como vejo internamente todos os dias
mas dessa vez de verdade.
[1]
ela apareceu no pequeno buraco de vidro da porta
olho pra mim, acenou me chamando para fora, sorriu e andou para tras
exatamente nesta sequencia, com aquele sorriso que só ela tem
aquele sorriso que só ele me consegue fazer esquecer o sono
eu levantei e corri, as coisas cairam e a professora parou de falar
a classe fez cara de susto, espanto, graça
eu simplesmente corri
quando abri a porta ela já havia sumido...
mais uma vez era só uma ilusão
parece que estou precisando ver você
não como vejo internamente todos os dias
mas dessa vez de verdade.
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
unica coisa
a unica coisa que ele pensa em fazer é gritar.
gritar pq simplesmente não sabe mais oque fazer.
sabe que o outro é simplesmente uma criança pressionada pela familia
e justamente por isso não podem mais ficar juntos.
ele está desesperado e não sabe mais oque fazer
se pudesse voltar no tempo
oque será que ele faria?
nem isso ele sabe
é tanto desespero tanta tristeza
"eu só queria estar junto de você"
ele ouve ecoando em sua cabeça
"não quero ter de tirar a aliança..."
ele diz pra si mesmo e cada vez que olha para ela
sente aquele gosto amargo na boca
o gosto do veneno da familia do outro
é a unica coisa que ele sente agora
a força do veneno de um grupo de pessoas
[2]
gritar pq simplesmente não sabe mais oque fazer.
sabe que o outro é simplesmente uma criança pressionada pela familia
e justamente por isso não podem mais ficar juntos.
ele está desesperado e não sabe mais oque fazer
se pudesse voltar no tempo
oque será que ele faria?
nem isso ele sabe
é tanto desespero tanta tristeza
"eu só queria estar junto de você"
ele ouve ecoando em sua cabeça
"não quero ter de tirar a aliança..."
ele diz pra si mesmo e cada vez que olha para ela
sente aquele gosto amargo na boca
o gosto do veneno da familia do outro
é a unica coisa que ele sente agora
a força do veneno de um grupo de pessoas
[2]
ele diz
ele diz que a felicidade é tão forte quanto um trem a vapor descendo uma colina
diz que se pudesse um dia demonstrar toda a sua felicidade
quando está com ele² em uma manifestação fisica
explodiria como um fogos de artificio
diz que quando ele² dorme sorri como se estivesse acordado
recebendo cócegas
diz que aquilo nunca vai acabar
ele sente o fim quando diz tudo isso
ele sente e chora
chora enquanto ele² dorme enquanto ele² trabalha
e se pergunta:
"por que eu não tenho coragem? "
[1]
diz que se pudesse um dia demonstrar toda a sua felicidade
quando está com ele² em uma manifestação fisica
explodiria como um fogos de artificio
diz que quando ele² dorme sorri como se estivesse acordado
recebendo cócegas
diz que aquilo nunca vai acabar
ele sente o fim quando diz tudo isso
ele sente e chora
chora enquanto ele² dorme enquanto ele² trabalha
e se pergunta:
"por que eu não tenho coragem? "
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
não via
não via mais esperanças para um novo trio .
mas percebi que esse atual trio é realmente o mais adequado.
que continuem os trios então.
[2]
mas percebi que esse atual trio é realmente o mais adequado.
que continuem os trios então.
[2]
só
e tudo isso que você vê, tudo oque já foi visto, e tudo que vai ainda ser visto, não necessariamente por você...é simplesmente e só um monte de coisas acontecendo em cima de um grão de poeira cósmica flutuando num raio de sol...
pequeno esse mundo não?
[c]
pequeno esse mundo não?
[c]
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